domingo, 17 de abril de 2011

Poema quebrado

Velho cais de despedida
De ondas negras, revoltas
horizontes sem medida
lágrimas rolando, soltas
São partidas sem regressos
Naufrágios anunciados
E que tornam indefesos
Os Homens silenciados,
pelas ideias vigentes
de políticos mutilados,
haraquiris conscientes…
Antes mortos que castrados!

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